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Professores do Mestrado participam do IV Encontro Paulista de Psicologia Escolar e Educacional 

No mês de fevereiro de 2019, as professoras do curso de Mestrado em Psicogerontologia – Faculdades Educatie -, doutoras Elza Maria Tavares Silva Maria e Angélica Batista participaram do IV Encontro Paulista de Psicologia Escolar e Educacional realizado pela Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional (ABRAPEE) em Sorocaba. Apresentaram em sessão de painéis com o eixo “Formação de Profissionais para a atuação em Contextos Educativos na Interface com Políticas Públicas”, Pesquisa desenvolvida por elas no Programa de Mestrado Profissional em Psicogerontologia intitulada: LEITURA NA MATURIDADE E NA VELHICE.

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Os painéis apresentados tratam de dois aspectos centrais da pesquisa: PESSOAS MADURAS E IDOSAS: INCLUSÃO DIGITAL E SEU ESTÍMULO AO HÁBITO DA LEITURA e LEITURIZAÇÃO NA MATURIDADE E NA VELHICE.

A leitura é um comportamento fundamental na sociedade, assim as questões do letramento, da leitura e, principalmente, o acesso às novas tecnologias de informação têm se colocado como vital ao exercício da cidadania nesse momento de revolução da comunicação e do comportamento humano nas sociedades.

Pessoas maduras e idosas buscam por meio da leitura apropriarem-se também da cultura digital e colocá-la a seu serviço para resolverem dilemas práticos do seu cotidiano ligados à saúde, alimentação, entretenimento entre outros e, com isso adquirirem conhecimentos sobre si mesmas e sobre o mundo em que vivem.

A leitura tendo como focos o uso da Informática, internet e redes sociais é mais pontuado neste estudo nos grupos da maturidade, pois ainda estão atuando no mundo corporativo em que as atividades de ler e escrever fluentemente são exigências básicas. Essa atividade aparece nos grupos de idosos de 60 a 75 de idade, mas vai declinando nos grupos de idosos de 76 a 90 anos.

De modo geral existe entre esses sujeitos pesquisados uma predisposição para o aprendizado que os leva a superar as dificuldades com que se deparam ao longo do processo do envelhecimento. Eles têm a percepção clara de que a exclusão digital aprofunda exclusão social, diminui a participação na sociedade e, por consequência, traz empobrecimento de conhecimentos, desatualização das informações que circulam no mundo real e virtual. Porém, verificou-se que há um grupo pequeno de idosos que ainda prefere o material físico do livro, jornal entre outros.

Com este cenário houve oportunidade de se observar que nem todos se acomodam e se resiliam, pois, o próprio indivíduo é o maior responsável pela sua vida, querer ou não mudar a realidade, depende apenas de si mesmo.